Impacto Social

O Impacto Social do PPGBV/UFMS atingem os usuários e os serviços prestados à sociedade pelos docentes, discentes e egressos do Programa na resolução dos problemas, regionais, nacionais e mundiais. Para estimar o impacto, buscou-se reunir as competências já instaladas, relacionadas às saídas dos profissionais formados (egressos) no âmbito do PPGBV e às produções cientificas resultantes das atividades dos docentes, discentes, dos egressos e servidores técnicos, que têm sido avaliadas a longo prazo.

Apresentamos a seguir alguns dos resultados já obtidos, considerando a capacidade do Programa em impactar e/ou solucionar problemas econômicas, sociais e culturais incluindo: 1) 5 produtos indicados pelo programa, 2) Impacto na formação de capital humano e intelectual; 3) Impacto nas Soluções de problemas econômicos e sociais; 4) Impacto da transferência de tecnologia para a sociedade, por meio da produção Científica e Tecnológicas, na tentativa de explicitar, quando possível, a relevância dos produtos gerados das atividades dos componentes da Pós-Graduação e de seus egressos, que são destinadas ao uso pela sociedade em geral, ou seja, dentro ou fora da academia.

 

1) 5 produtos que foram Destaques do PPGBV/UFMS – 2017-2020

 

Produto 1 – Influência em marcos legais: Contribuições ao projeto de lei do Senado Federal sobre o “Estatuto do Bioma Pantanal”.

O Estatuto do Bioma Pantanal é um Projeto de Lei que está tramitando no Senado Federal e que recebeu contribuições relevantes de docentes e uma egressa do PPGBV. Este é um dos marcos legais no âmbito ambiental (anexo ao Sucupira como Produto Técnico). Os docentes Letícia Couto Garcia, Geraldo Damasceno-Júnior, Maria Rita Marques e discente Angélica Guerra enviaram documento de avaliação do Projeto de Lei do Pantanal, número 5482, em dezembro de 2020. Foi emitida uma Nota Técnica pela UFMS (OFÍCIO nº 360/2020 – GAB/RTR/UFMS em 13 de outubro de 2020) e enviada ao Senado. Várias das sugestões da equipe foram incorporadas na versão submetida ao Plenário do Senado Nacional em 10/12/20.

 

Produto 2 – Manejo Integrado do Fogo no Pantanal.

Em 2020 após os incêndios ocorridos no Pantanal, diversos docentes foram convidados a participar de palestras, entrevistas e assessoria sobre o tema. Em todo o trabalho realizado desde então, destacamos o artigo científico da Docente Permanente Letícia Couto Garcia intitulado “Rescue Brazil’s burning Pantanal wetlands” publicado na revista Nature em 2020. Docentes do PPGBV têm desenvolvido trabalhos com IBAMA, IMASUL e ONGs com o objetivo de realizar uma força tarefa para criar ações frente aos problemas causados pelos incêncios no Pantanal. O projeto PELD-Fogo, aprovado em 2020 pelo CNPq e coordenado pelo Professor Geraldo Alves Damasceno Júnior e a participação de diversos docentes e discentes do PPGBV irá promover ainda mais estudos que venham para responder questões importantes sobre o impacto do fogo no Pantanal. Cabe ressaltar que neste quadriênio 5 artigos sobre fogo no Pantanal foram publicados no PPGBV e mais de 25 entrevistas em veículos nacionais e internacionais foram produzidas.

 

Produto 3 – Elaboração da minuta do decreto para instituir o “Plano Estadual de Manejo Integrado do Fogo – PEMIF, MS”.

O Plano Estadual de Manejo Integrado de Fogo é uma ação estratégica de prevenção a eventos extremos como os que tivemos ao longo de 2020, especialmente na região do Pantanal. O Plano foi publicado no Diário Oficial nº 10.477, de 19 de abril de 2021, páginas 2 a 13. Ele foi elaborado pela Semagro, com a colaboração do Comitê Interinstitucional (docentes do PPGBV) de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais. Com o PEMIF, novos instrumentos para a prevenção e combate aos incêndios florestais em Mato Grosso do Sul são instituídos, inclusive a soma de R$ 56 milhões para investimentos em equipamentos e infraestrutura. Com a participação dos docentes Permanentes Geraldo Alves Damasceno Júnior, Letícia Couto Garcia e Arnildo Pott, as informações técnicas científicas disponibilizadas no processo deram suporte para disciplinar o uso autorizado e controlado do fogo em todo o território do Estado de Mato Grosso do Sul e promover a articulação interinstitucional para sua prevenção.

https://leisestaduais.com.br/ms/decreto-n-15654-2021-mato-grosso-do-sul-institui-o-plano-estadual-de-manejo-integrado-do-fogo-e-da-outras-providencias

 

Produto 4 – Programa Biota-MS: Políticas Públicas envolvendo biodiversidade em Mato Grosso do Sul

O Programa de Ciência, Tecnologia e Inovação para a Biodiversidade do Estado de Mato Grosso do Sul – Biota/MS – foi estabelecido com a missão de construir uma base integrada de conhecimento científico, tecnológico e de inovação com foco no conhecimento e sustentabilidade da biodiversidade de Mato Grosso do Sul. Este projeto tem dado suporte a tomadas de decisão na gestão da biodiversidade, visando seu uso sustentável e contribuindo para o desenvolvimento econômico do Estado. Importante resultado obtido pelo Biota – MS foi a publicação em 2018 o “marco zero da biodiversidade de Mato Grosso do Sul” com cerca de 45 artigos com listagens de diversos grupos de plantas para o Estado de Mato Grosso do Sul na revista Revista Iheringia, Série Botânica (https://isb.emnuvens.com.br/iheringia/issue/view/29). Apenas com os resultados desta primeira fase do Programa BIOTA/MS mais de 900 espécies foram adicionadas a listagem da Flora de Mato Grosso do Sul no projeto Flora do Brasil. A publicação da Flora foi coordenação pela docente Permanente do PPGBV Maria Ana Farinaccio. Estas publicações contaram com pesquisadores de distintas instituições renomadas do país e de estrangeiros. Além disso, por meio dos subprojetos foram adquiridos materiais permanentes para as coleções botânicas do Estado, como os Herbários CGMS e COR, coleções onde são catalogados os espécimes oriundos das pesquisas do PPGBV, bem como, neste quadriênio, o PPGBV pode contar com bolsas de Desenvolvimento Tecnológico e Industrial nível “C” (DTI-C) do CNPq para egressos, que deram suporte as atividades de pesquisa nos subprojetos. Instituições nacionais parceiras: ESALQ/USP, Universidade Federal do ABC, Universidade de São Paulo-USP, Universidade Federal de Minas Gerais-UFMS, Universidade de Campinas – UNICAMP. O projeto teve a participação de todos os docentes do PPGBV e diversos alunos realizaram suas dissertações dentro do programa. FUNDECT/SUCITEC/SEMAC n. 09/2012-BIOTA-MS. Outros participantes do PPGBV e coordenadores de subprojetos: Flávio Macedo Alves, Ângela Lúcia Bagnatori Sartori, Arnildo Pott e Ieda Maria Bortolotto. Valores disponibilizados: R$ 200.000,00. https://www.semagro.ms.gov.br/biota-ms/ 

https://www.scielo.br/j/isz/a/QQjmDD9svWKY5bVHG78dpYt/?lang=pt 

 

Produto 5 – Programa “Valorização de Plantas Alimentícias do Pantanal e Cerrado”

É um programa de extensão ligado ao PPGBV que tem o objetivo de valorizar a produção de alimentos de origem vegetal nativa junto às comunidades locais. São desenvolvidos cursos, oficinas, capacitação de estudantes de graduação e pós-graduação e publicações da equipe com aplicação dos resultados das pesquisas nas áreas de Etnobotânica, florística, fitossociologia, restauração ecológica, biologia da polinização e outras contempladas no PPGBV. Neste programa estão sendo realizadas atividades relacionadas à melhoria de qualidade de vida dos moradores, aumento de renda, valorização da cultura local, conservação da vegetação nativa do Cerrado e Pantanal e boas práticas de manipulação de alimentos. Dentre os temas abordados pelo Programa estão o incentivo ao uso sustentável de produtos alimentícios oriundos da biodiversidade local, com orientações sobre as formas de acesso às espécies, o calendário fenológico de coletas, formas de higienização e processamento dos produtos, seu potencial nutricional e seu uso em receitas já testadas pelos participantes das pesquisas. Coordenado desde sua concepção pelo prof. Geraldo Alves Damasceno-Júnior (atual coordenador) e pela professora Dra. Ieda Maria Bortolotto, este programa tem parceria com as Organizações Não Governamentais (ONG) ECOA – Ecologia e Ação, com o CEPPEC (Centro de Produção, Pesquisa e Capacitação do Cerrado) localizado no assentamento Andalucia em Nioaque-MS desde 2006, e tem várias edições desde então com vários outros parceiros governamentais e não governamentais. As ações incluem ainda o oferecimento de cursos anuais abertos à sociedade, parceria na organização de simpósios como o SINATEX (Simpósio sobre frutos nativos e exóticos). O Programa de Extensão tem caráter transdisciplinar conectando a equipe com a de outros programas de Pós-Graduação da UFMS e parcerias com diversos Institutos, Escolas, campi e laboratórios da UFMS na busca de atender a sociedade. O programa abrange especialmente comunidades rurais no Cerrado e comunidades ribeirinhas das margens do rio Paraguai no Pantanal. Este projeto envolve jovens e adultos que vivem nestas comunidades, incluindo pequenos agricultores, catadores de iscas-vivas, professores, funcionários e estudantes de escolas públicas locais, sempre contando com os docentes, pós-graduandos e egressos do PPGBV, e tem recebido financiamentos diversos como Ministério da Educação (Edital Proext MEC), CNPq e da própria UFMS. O programa tem a participação de diversos docentes e discentes do PPGBV e técnicos do setor da Botânica da UFMS.

 

2) Impacto na formação de capital humano e intelectual

Entre os processos indutores da melhoria da qualidade de vida se destaca a formação de recursos humanos em nível de Pós-Graduação, que pode ser reconhecido como de grande impacto e relevância econômica, social e cultural. Isso se deve ao impacto potencial dos resultados de pesquisa na transformação expressiva da sociedade que se beneficia do avanço científico em si, e pela disponibilização de professores altamente qualificados para o sistema de educacional local, regional e nacional. O PPGBV contribui também com a potencialização na produção de capital humano e intelectual capazes de conduzirem trabalhos técnicos e intelectuais diferenciados na sociedade. O processo de formação de capital humano nas distintas áreas da biologia vegetal pela ação do PPGBV, tem permitido a formação de pesquisadores qualificados para os distintos setores econômicos vinculados as áreas ambientais e da bioeconomia.

 

1.1 Formação de Professores e de Pesquisadores

Dos 194 mestres já formados pelo Programa de Pós Graduação, cerca de 60 (30%) já são doutores e, atualmente, 6 (seis) estão em atividade pós doutoral tanto em IES de Mato Grosso do Sul, quanto de outros estados ou país (Brasília, Minas Gerais, Paraná, Alemanha, Estados Unidos entre outros). Dos egressos, 16 (dezesseis) estão cursando atualmente o doutorado em distintas instituições nacionais e internacionais (Unicamp, University of Alberta – Canadá, UEL, UFMS, IBt-SP), contribuindo efetivamente para o desenvolvimento da Ciência, Tecnologia e Inovação em instituições e áreas de conhecimento de Mato Grosso do Sul, do Brasil e do exterior.

Daqueles egressos que se doutoraram 25 já foram contratados como docentes efetivos de Universidades Públicas e Privadas, Institutos Federais e Faculdades privadas. As instituições de vínculo destes pesquisadores encontram-se em vários estados brasileiros (Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, São Paulo, Paraná, entre outros), bem como nos distintos municípios e regiões de Mato Grosso do Sul.

Cerca de 50 (cinquenta) egressos (mestres ou doutores) são professores efetivos de Escolas Públicas ou privadas, contribuindo com ensino de qualidade na Educação Básica atuando, inclusive, em cargo de Direção. Esses professores atuam em diversas cidades e regiões do estado de MS, bem como no estado de Goiás, com impacto presumido positivo nos índices da Educação Básica nestes locais. Não só no ensino em escolas públicas mas também em escolas privadas nossos egressos estão atuando. Dos 5 (cinco) egressos do Programa um deles é professor em escola privada na Colômbia, e os demais em escolas privadas do MS, um deles atuando como instrutor do SENAR.

 

1.2 Formação de Técnicos, Fiscais e Peritos – Os destaques para atuação dos docentes, discentes e, por vezes, egressos do PPGBV com contribuição nesta dimensão de capital humano e intelectual, busca atender demandas espontâneas ou induzidas para formação de técnicos, fiscais e peritos, criminais e/ou ambientais. São constantes as solicitações por cursos de capacitação de equipes em processos ecológicos e de restauração ambiental, bem como treinamento de profissionais na identificação de estruturas biológicas úteis na solução de crimes – ambientais ou contra pessoas.

Capacitação técnica para reconhecimento in loco ou por meio de sensoriamento remoto das formações vegetacionais que ocorrem no estado de Mato Grosso do Sul, com o objetivo de coibir crimes ambientais e/ou avaliar estágios de restauração ambiental em áreas desmatadas ilegalmente para o INCRA, IBAMA, Secretaria do Meio Ambiente (IMASUL) e Organizações Não Governamentais;

Treinamentos de técnicos da Empresa Águas Guariroba (concessionária de água no Estado de Mato Grosso do Sul), em projeto de restauração de áreas degradas, e acompanhamento dos processos de restauração em extensas áreas de formação ciliar, atualmente degradadas.

Capacitação em “Restauração Ecológica” para os servidores técnicos por meio de parceria com o Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (IMASUL) com orientações sobre os processos, técnicas e a logística para coleta e processamento de materiais necessários a implementação da restauração ambiental em distintas áreas de interesse no Estado de MS;

Capacitação para identificação de espécies por meio da anatomia da madeira e de carvões, de peritos criminais do Instituto de criminalística da policia civil, peritos da polícia federal e de fiscais do Ibama. Esta atividade envolve identificação da espécie disponíveis apenas como madeiras ou carvões, contribuindo para grande diferencial dos serviços prestados a sociedade por estas instituições, por aparelhar técnica e cientificamente estes servidores, alguns deles, inclusive, nossos ex-alunos.

Assessoria técnica para soluções de crime contra pessoas, fornecida ao Instituto de Criminalística de Mato Grosso do Sul, ajudando na identificação de material oriundo de cenas de crimes, incluindo pedaços de folhas de plantas, sementes, frutos e flores. Esta ação tem sido primordial para solução de crimes, dando agilidade na criminalização e reclusão de seus autores.

Trabalho da Botânica de Campo nas Unidades de conservação do Estado – foram realizadas parcerias entre o PPGBV com o Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (IMASSUL) para que a disciplina “Botânica de Campo” fosse realizada em Unidades de Conservação nos últimos 15 anos, que resultaram em listas de espécies que nortearam estratégias e políticas de conservação, dando base para Planos de Manejo das UC’s.

 

3) Impacto nas soluções de problemas econômicos e sociais

A avaliação dos impactos e/ou dos efeitos da produção científica gerada pelo PPGBV, possíveis de interagir fora dos seus espaços específicos de produção, não é tarefa fácil e de detecção clara e direta. Muitas intervenções dos grupos de pesquisa podem ser consideradas importantes para o crescimento econômico sustentável, e associado às políticas de melhorias das condições de renda e com grande possibilidade de afetar os indivíduos ou a coletividade positivamente. Algumas das intervenções e produções científicas conduzidas no âmbito do Programa têm impactos econômicos e podem gerar renda para comunidades e setores envolvidos, e interferir positivamente com resultados de impacto.

Programa de “Valorização de Plantas Alimentícias do Pantanal e Cerrado” – é um programa de extensão que tem o objetivo de valorizar a produção de alimentos de origem vegetal nativa junto às comunidades locais. Acima é apresentado no Produto 5 dos destaques os detalhes do programa.

Capacitações para o uso de produtos da biodiversidade local na culinária de hotéis e pousadas, esta ação está relacionada à valorização da cultura gastronômica e tem levado aos Empreendimentos de Ecoturismo, as potencialidades já estudadas da flora local para sua introdução no cardápio das pousadas e hotéis. O objetivo é levar a cultura já estabelecida nas comunidades e as novas potencialidades de consumo de produtos oriundos da biodiversidade, aos turistas e visitantes, agregando benefícios econômicos, sociais e culturais aos empreendimentos e à sociedade.

Produtos e serviços, reúne as ações relacionadas à produção e distribuição de livro de receitas, rótulos (com orientações sobre as espécies e valores nutricionais), para os produtos a serem comercializados, duas cartilhas contextualizadas ao Cerrado e ao Pantanal, para as comunidades tradicionais trabalhadas além de 7 volumes da “Coleção Saberes” produzidos no período de 2017 a 2020 que tratam desses assuntos e são oferecidos sem custo financeiro às comunidades envolvidas. Soma-se à essa produção com fins educativos, uma crescente produção científica dos docentes e acadêmicos em relação e este tema.

Cursos e oficinas sobre “Técnicas de coleta e conservação de sementes, produção de mudas e restauração ecológica nos biomas Pantanal e Cerrado” com a formação de agentes públicos, produtores rurais, viveristas e estudantes interessados no tema. Curso de grande aceitação e novas edições previstas, haja vista a demanda de vagas para o curso sempre ser maior que o número de vagas ofertadas. Esta atividade está vinculada a Rede de Sementes do Pantanal que, nestas duas décadas, desenvolveu pesquisas e publicações direcionadas a este público, que são utilizadas durante os cursos aqui em Mato Grosso do Sul e em todo o Brasil

Implantação de Jardins Botânicos Didáticos através da Intervenção Paisagística na Universidade Federal de Mato Grosso Do Sul, com a elaboração e implantação de jardins botânicos didáticos com intervenção paisagística não só no Instituto de Biociências-INBIO para o fornecimento de plantas para as aulas práticas das disciplinas, mas também em outros espaços da instituição para a valorização de espaços verdes e das espécies nativas. Docentes, servidores técnicos, alunos e egressos da Botânica estão envolvidos nesta proposta que conta com a elaboração dos projetos paisagísticos por docentes e alunos do Curso de Arquitetura da UFMS, em parceria. É prática da botânica e do PPGBV, receber público externo durante o ano e, especialmente, durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (CNCT/MCTI), e estes espaços são utilizados para atividades com o publico externo a UFMS;

 

4) Impacto da transferência de tecnologias para a sociedade, por meio da produção Científica e Tecnológicas

Os impactos científicos e tecnológicos geralmente são os primeiros a terem reconhecimento direto tanto no meio acadêmico quanto no meio empresarial, por apresentarem, potencialmente, soluções aos problemas atuais e futuros da sociedade. Também são amplamente considerados no sistema atual de avaliação dos Programas de Pós Graduação, por meio dos artigos publicados com enfoque na ciência básica ou aplicada especialmente nos Programas acadêmicos. Importante ressaltar que no PPGBV, desde sua concepção, nunca abriu-se mão de manter atividades que claramente resultaram em impacto científico e tecnológico com aplicação para a sociedade e com o envolvimento de comunidades tradicionais. Mesmo tendo conhecimento que os registros das atividades com claros impactos sociais eram pouco pontuados nos processos avaliativos, em comparação às produções de reconhecido impacto no meio acadêmico, optamos por “traduzir” a ciência gerada nos laboratórios do Programa disponibilizando-os aos distintos setores extra muros da universidade.

 

Assessoria técnica científica ao Ministério do Meio Ambiente para criação de mosaicos de unidades de conservação, restauração e implementação de corredores ecológicos para conservação dos banhados de Bonito e região, para proteção das espécies ameaçadas de extinção, que resultou na publicação da PORTARIA Nº 421, de 6 de novembro de 2017, editada pelo Ministro de Estado do Meio Ambiente (substituto), solicitando ao Estado do Mato Grosso do Sul e aos Municípios de Bonito e Jardim que adotem (regulamentem) as medidas contidas no decreto e em seus Anexo I;

Contribuição para elaboração da Minuta do DECRETO para instituir o “Plano Estadual de Manejo Integrado do Fogo – PEMIF com a participação de vários docentes do PPGBV, cujas informações técnicas científicas disponibilizadas neste processo deram suporte para disciplinar o uso autorizado e controlado do fogo em todo o território do Estado de Mato Grosso do Sul e promover a articulação interinstitucional para sua prevenção;

Trabalho junto Câmara dos Deputados e ao Senado Federal, auxiliando nos Planos de Ação e na elaboração da Legislação para prevenção do Fogo no Bioma Pantanal, com “apoio técnico científico” de docentes do NP do PPGBV nas discussões e elaboração de minutas;

Construção de marcos legais do Estado de Mato Grosso do Sul e áreas fronteiriças: Projeto de Lei do Pantanal, tramitado como “Estatuto do Pantanal”, no Senado Federal que teve contribuições relevantes de docentes do PPGBV, por meio de Nota Técnica da UFMS (OFÍCIO nº 360/2020 – GAB/RTR/UFMS) enviada ao Senado Federal;

Audiência pública no Senado Federal com a participação de apresentação técnica de docentes da UFMS como debatedores, discutindo as possibilidades do desenvolvimento sustentável do Pantanal;

Participação do “Programa Corredor Azul” que objetiva preservar e aprimorar as interconexões sociais, políticas, ambientais e econômicas de três grandes áreas úmidas da América do Sul, em parceria com a “Wetlands International Brasil” objetivando preservar áreas úmidas e garantir manutenção de água doce do planeta, além de prover serviços ambientais indispensáveis na produção de alimentos e outros benefícios para a sociedade;

Parceria com a Mupan “Mulheres em Ação no Pantanal, para discussões técnicas e científicas como base na elaboração de Planos de Ação estabelecendo caminho sustentável e o convívio harmônico homem e natureza;

Auxilio aos órgãos públicos ambientais do estado de Mato Grosso do Sul, na definição de parâmetros técnicos para produção e plantio de mudas para restauração, e na avaliação das respostas das distintas fitofisionomias aos efeitos do fogo e alagamento no Pantanal;

Programa Biota – MS auxiliando na “Avaliação dos Serviços Ecossistêmicos do Pantanal e da Bacia do Alto Paraguai e na Pesquisa de Produção do Cenário de uso do Solo” junto à SEMAGRO/MS – Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar.

 

PATENTES OU REGISTRO DE ORIGEM

 

  1. Título: “Peptídeo antimicrobiano inspirado na sequência de um inibidor de peptidase e seu uso em ensaios biológicos” Número do registro: BR10202002582, Instituição de registro: INPI – Instituto Nacional da Propriedade Industrial. Depósito: 17/12/2020. Egressa do PPGBV: Suellen Rodrigues Ramalho (Titulada 2016).
  2. Título: Peptídeo sintético com ação antibacteriana. 2018, Brasil. Patente: Patente: Privilégio de Inovação. Número do registro: BR10201801701; Instituição de registro: INPI – Instituto Nacional da Propriedade Industrial. Depósito: 28/08/2018. Titularidade: Rodrigues, M.S. & Macedo, M.L.R. Maria Ligia Rodrigues Macedo foi docente do PPGBV no quadriênio nos anos de 2017 a 2019.
  3. Título: Peptídeo antimicrobiano sintético bioinspirado e seus usos. 2018, Brasil. Patente: Privilégio de Inovação. Número do registro: BR10201807123; Instituição de registro: INPI – Instituto Nacional da Propriedade Industrial. Depósito: 16/10/2018. Titularidade: Almeida, L.G.O. Rodrigues, M.L.R. Maria Ligia Rodrigues Macedo foi docente do PPGBV no quadriênio nos anos de 2017 a 2019.
  4. Título: Processo de acetilação enzimática a partir de aminas aromáticas com utilização de fungos. 2017, Brasil. Patente: Privilégio de Inovação. Número do registro: BR10201700881. Instituição de registro: INPI – Instituto Nacional da Propriedade Industrial, Depositante (s): Edson dos Anjos dos Santos, Depósito: 27/04/2017. Titularidade: Santos, E. A.; Giannesi, G. C.; Lima, D. P.; Beatriz, A.; Marques, M.R.; Zanoelo, Fabiana; Shimabukuro, A. A.; Montanholi, A. A. Maria Ligia Rodrigues Macedo foi docente do PPGBV no quadriênio nos anos de 2017 a 2019.
  5. Título: Modelo de Processo para Obtenção de um inibidor de peptidase de alta eficiência. 2017, Brasil. Patente: Privilégio de Inovação. Número do registro: BR1020170205991, Instituição de registro: INPI – Instituto Nacional da Propriedade Industrial, Depósito: 26/09/2017, Titularidade: Macedo, M.L.R.; Jacobowski, A. C. Maria Ligia Rodrigues Macedo foi docente do PPGBV no quadriênio nos anos de 2017 a 2019.
  6. Título: Processo para preparação de licor do fruto de carandá. 2017, Brasil. Patente: Privilégio de Inovação. Número do registro: BR10201702029, Instituição de registro: INPI – Instituto Nacional da Propriedade Industrial, Depositante (s): Rosa Helena da Silva; Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Depósito: 22/09/2017. Titularidade: Silva, R. H. ; Guimaraes, R. C. A. ; Pott, A. ; Damasceno-Junior, G. A. ; Farias, C. S. ; Arruda, R. S. Egressa do PPGBV: Rosa Helena da Silva (egressa). Docentes: Arnildo Pott, Geraldo Alves Damasceno-Junior e Rafael Soares de Arruda.

 

TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIAS

Projeto junto ao Instituto SOS Pantanal para condução da “Restauração e implementação de recomposição de espécies em áreas de nascentes em Territórios Indígenas Terenas”, em áreas de ocorrência de queimadas dos anos de 2019 e 2020 e para recuperação de mananciais em distintos territórios indígenas. Serão aplicados sistemas agroflorestais para restauração em algumas áreas, fora das Áreas de Preservação Permanentes (APP), considerando as decisões das lideranças e dos povos das etnias locais;

Projeto Noleedi “Efeito do fogo na biota do Pantanal sul-mato-grossense e sua interação com os diferentes regimes de inundação” conduzido no Território Indígena Kadiweu no município de Porto Murtinho, sendo avaliado os efeitos do fogo em diferentes épocas (precoce, modal e tardio) sobre a biota da região, para criar de forma cooperativa com pesquisadores, agentes do Estado e etnia indígena Kadiweu protocolos de manejo do fogo. Os dados sobre avaliação de impactos de incêndios estão dando base para estabelecer estratégias de restauração passiva, e de espécies uteis para a etnia.

Aprovação do Projeto PELD/CNPq “Estudo de longa duração dos efeitos do fogo ao longo do gradiente de inundação no Pantanal” com a criação do Núcleo de Estudos do Fogo em áreas Úmidas (NFAU) na UFMS, objetivando avaliar o impacto do fogo e alagamento nos residentes do Bioma, nas economias, na biodiversidade e nos serviços ecológicos da biodiversidade. Este trabalho potencializará as ações já desenvolvidas por pesquisadores do PPGBV, que estão dando base a formulação de políticas públicas para prevenção e combate ao fogo no Pantanal.

Programa Biota-MS: Promovendo políticas públicas envolvendo biodiversidade em Mato Grosso do Sul. O projeto produziu um conjunto de artigos que adicionaram mais de 900 espécies de plantas a biodiversidade de Mato Grosso do Sul ainda não conhecidas para a estado (https://isb.emnuvens.com.br/iheringia/issue/view/29)

Flora do Brasil: O projeto teve como objetivo cumprir a Meta 1 da Estratégia Global para Conservação de Plantas (GSPC) que foi a Flora online de todas as plantas conhecidas do Brasil (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/listaBrasil). Considerando que a flora brasileira representa cerca de 12% das plantas do Brasil, os resultados do Projeto Flora do Brasil são projetados numa escala global. Os docentes Ângela Lúcia Bagnatori Sartori, Flávio Macedo Alves, Gustavo Hassemer e Maria Ana Farinaccio.

 

INTEGRAÇÃO CIÊNCIA – EDUCAÇÃO BÁSICA

 

Produção de Material Didático e/ou de divulgação científica, e visitas guiadas em laboratórios, campus e Herbário

Traduzir os conhecimentos científicos em linguagem simples e acessível para professores e alunos da educação básica em vários níveis, consiste no principal objetivo desta ação.

Pott, A.; Pott, V. J.  Entre as chamas e a água. Ciência Hoje das Crianças, v. 317, p. 1, 2020;

Moreira, S. N. ; Souza, F. ; Pott, V. J. ; Pott, A. Vereda, caminho das águas do cerrado. Ciência Hoje das Crianças, v. 285, p. 1, 2017;

Projeto “Interciências” que, desde 2012, promove ações da UFMS nas áreas de Ciências, Computação e Matemática para a Educação Básica, com atividades voltadas para alunos e professores em quatro áreas de conhecimento: química, física e biologia (englobando a parte de ciências). Os docentes e pós graduandos do PPGBV, em parceria com as equipes dos Cursos de Licenciatura em Ciências Biológicas da UFMS, tornam o conhecimento científico que é produzido na Universidade, acessível a professores e estudantes da Rede Pública de Educação Básica (ensino fundamental e médio).

 

Visitas Herbário CGMS da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) por alunos da Educação Básica, de escolas públicas, privadas e de outras universidades. Os alunos recebem orientações em aulas com os docentes e discentes do PPGBV, sobre sua importância, a biodiversidade e orientações de educação ambiental, além das ações desenvolvidas nos diversos laboratórios do setor da Botânica da UFMS. Em 2017 e 2018 foram ofertadas diversas atividades guiadas por docentes e ex-alunas do PPGBV.

 

Participação dos docentes em orientação de Iniciação Científica – Junior

Docentes e Laboratórios vinculados ao PPGBV têm recebido estudantes do ensino médio, engajados nas pesquisas científicas com Planos de Trabalho de Iniciação Científica (Programa de IC-júnior), que é um Programa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, por meio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) em parceria com a Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul (FUNDECT) e a Secretaria de Estado de Educação do Estado de Mato Grosso do Sul (SED-MS) junto as Instituições de Ensino Superior (IES) do Estado de Mato Grosso do Sul em parceria com as Escolas Públicas. No quadriênio, 15 estudantes de Iniciação Científica – Junior foram orientados por docentes do PPGBV e participaram de atividades de campo com os discentes do mestrado.

 

Participação dos docentes e discentes em feiras científicas nacionais e regionais

Com ações voltadas ao público da educação básica e a sociedade em geral, aqueles colégios que trabalham as Feiras de Ciências e Tecnologias no estado de Mato Grosso do Sul (FETEC/MS), durante a Semana Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (SNCTI) que ocorre todos os anos no mês de outubro (mês Nacional da Ciência, Tecnologia e Inovações), docentes, servidores técnicos do Laboratório de Botânica, discentes e egressos do PPGBV estão integrados às atividades da UFMS, que são demandas pelo MCTI em parceria com a SEMAGRO/MS. O objetivo é mobilizar a população, em especial os jovens, para atividades científico-tecnológicas e de inovação nas distintas áreas de conhecimento. Com isso, a FETEC/MS tem sido uma grande oportunidade para integrantes do PPGBV participarem das comissões julgadoras dos trabalhos inscritos, tomando ciência das ações e das produções em iniciação científica desenvolvidas com alunos da educação básica. Durante a SNCTI a UFMS e o PPGBV promovem a abertura de seus laboratórios com demonstrações de acervos e coleções. Durante este evento pudemos divulgar/orientar formas de coleta, armazenamento e herborização de plantas, fungos e líquens, demonstrando técnicas científicas e resultados de pesquisa nas distintas áreas da Biologia Vegetal. Esta ação foi grandemente potencializada no ano de 2019, quando a UFMS recebeu o Congresso da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC-2019). Além da ampla divulgação nas mídias sociais, a Biologia Vegetal pôde atender durante a 71ª Reunião Anual da SBPC, nos stands da “Avenida da Ciência – Mundo MCTIC e SBPC Jovem”, organizados pelas equipes de docentes, discentes e servidores técnicos vinculados aos Laboratórios e ao PPGBV cerca 7.115 estudantes, em caravanas de escolas de distintos municípios do estado de MS, entre outros públicos presentes no evento.

Roda de conversa com pesquisadoras, professoras e alunas de diversas instituições de Mato Grosso do Sul, para discutir numa roda de conversa “Mulheres na Ciência”, que objetivou trocar experiências entre as pesquisadoras do Estado, analisando os desafios de fazer ciência pelas mulheres de MS, mediado pela Profa. Dra. Edna Scremin Dias (https://business.facebook.com/fundect/videos/2899953186895699/)

Pesquisadora Dra. Rosa Helena da Silva egressa do PPGBV e atualmente pós doutoranda do programa, conversando sobre sua pesquisa e sobre o papel da mulher na ciência em Mato Grosso do Sul. (https://business.facebook.com/fundect/videos/362294371102846/)

Pesquisadora Dra. Maria Rosângela Sigrist, abordando sobre suas pesquisas em Biologia de Polinização, alertando a sociedade sobre a importância de polinizadores e das dificuldades das mulheres na ciência  (https://business.facebook.com/fundect/videos/331004274473657/)

Pesquisadora Dra. Ângela Lúcia Sartori, falando sobre sua história com a botânica no MS, suas pesquisas e as dificuldades das mulheres na ciência (https://business.facebook.com/fundect/videos/427272594534462/)

 

Capacitação e popularização da ciência junto aos professores e alunos da rede estadual de educação

 

Projeto de Extensão “Botânica na Escola”, a ausência de atividades práticas sobre botânica na maioria das escolas de educação básica e, por vezes, pela falta de preparo dos professores, neste projeto prepara os profissionais para o ensino de Botânica, aprimorando os conhecimentos de Botânica dos acadêmicos da graduação em Ciências Biológicas – Licenciatura de Polos da Educação a Distância (EAD), por meio de um curso prático em botânica ministrado por alunos do Programa de Pós Graduação em Biologia Vegetal. Os temas desenvolvidos no PPGBV foram adaptados para o ambiente escolar da rede pública, sendo trabalhadas atividades e experiências práticas junto aos alunos e professores da rede pública.

Projeto “Reencantando a botânica” (SEMED/UFMS) oportunizou a atualização dos conhecimentos dos professores do ensino fundamental e básico do município de Campo Grande sobre Biologia Vegetal. Foram ministradas aulas teóricas e práticas aos professores sobre diferentes temas e atualidades da Biologia Vegetal, estimulando os docentes a utilizarem aulas práticas associadas com projetos científicos para melhorar o ensino de Biologia e Ciências nas escolas de Campo Grande.

Projeto “Promovendo Alimentação Saudável: Ensinando Sustentabilidade Através de Hortas em Escolas do Município de Campo Grande MS”, que leva a escola as práticas de vida saudável como boa alimentação saudável, atividades físicas, atividades ao ar livre e o contato com a natureza, aos alunos de distintas idades e com os professores da Educação Básica pública. Com o desenvolvimento de hortas em escolas públicas houve a possibilidade de discutir as premissas de vida saudável e, por meio de atividades e ações conjuntas com os conteúdos teóricos ministrados em sala de aula, potencializar o aprendizado do aluno.

 

POPULARIZAÇÃO E DIVULGAÇÃO DA CIÊNCIA – Divulgação no Brasil

 

Dr. Carlos Alexandre Carollo, divulgando informações sobre plantas medicinais do Pantanal. Veículo de divulgação: Globo Rural (TV Globo) – (https://globoplay.globo.com/v/5592455/)

Dr. Carlos Alexandre Carollo e Dr. Flávio Macedo Alves Globo, divulgando as potencialidades da flora do Pantanal. Veículo de divulgação:  Repórter da Emissora de TV Globo  – (https://globoplay.globo.com/v/6168417/)

Dr. Geraldo Alves Damasceno-Júnior, fala sobre a formação da vegetação do Pantanal e os possíveis efeitos das queimadas sobre a biodiversidade. Veículo de divulgação: Podcast “O Pantanal ferido pelo fogo

https://revistapesquisa.fapesp.br/o-pantanal-ferido-pelo-fogo/

Dra. Edna Scremin-Dias falando sobre “Economia Criativa, Empreendedorismo e Biodiversidade”. Veículo de divulgação: Podcast: #Biotacast https://open.spotify.com/episode/6qsGYGh5wMcabmDHeNVy8W

Dr. Geraldo Alves Damasceno-Júnior, Dr. Arnildo Pott e egresso do PPGBV Bruno Henrique Ferreira, debatendo sobre “Queimadas em áreas úmidas: consequências e ações de enfrentamento”.  Veículo de divulgação: Live https://www.ufms.br/queimadas-em-areas-umidas-foi-uma-das-lives-mais-aguardadas-do-integra-ufms/

Dra. Edna Scremin-Dias, Dr. Arnildo Pott, Dra. Vali Joana Pott, e as arquitetas professoras Dra. Eliane Guaraldo e Msc. Gisele Yallouz, sobre o Projeto: Jardins externos do Aquário do Pantanal. Veículo de divulgação: https://www.capitalnews.com.br/cotidiano/projeto-paisagistico-do-aquario-do-pantanal-tem-premio-internacional/332229

Dr. Geraldo Alves Damasceno-Júnior, falando sobre os temas: áreas inundáveis, Pantanal, dispersão, florestas estacionais, florestas ripárias, campos inundáveis e suas relações com a inundação, solos e o fogo. Veículo de divulgação: https://www.midiamax.com.br/cotidiano/2020/projeto-lanca-serie-de-podcasts-para-tirar-duvidas-sobre-incendios-no-pantanal

Dr. Arnildo Pott, falando sobre o “Boi bombeiro e incêndios no Pantanal”. Revista Globo Rural. revistagloborural.globo.com.br>2020/10.

Dr. Arnildo Pott, falando sobre o “Boi bombeiro e incêndios no Pantanal”. Canal do Boi. https://www.youtube.com/watch?v=gBREpVpmVe4&t=119s.

Dr. Arnildo Pott, falando sobre o Pecuária predatória expulsou o ‘boi-bombeiro’ do Pantanal, não ecologistas. noticias.uol.com.br.

Dr. Arnildo Pott, falando sobre a “Terra moldada por cheias e queimadas”. Revista Pesquisa FAPESP. https://revistapesquisa.fapesp.br/.

Dr. Geraldo Alves Damasceno-Júnior e Dr. Arnildo Pott, falando sobre o tema “Terra moldada por cheias e queimadas” evidenciando que a água e, em menor escala, fogo influenciam a distribuição e a diversidade de plantas no Pantanal. Veículo de divulgação:  https://www.nexojornal.com.br/externo/2020/12/06/Terra-moldada-por-cheias-e-queimadas

Dr. Geraldo Alves Damasceno-Júnior, sobre enfrentamento de queimadas no Brasil debatendo com a Comissão Externa da Câmara dos Deputados, por videoconferência e pelo portal e-Democracia e canal da Câmara dos Deputados no YouTube. Veículo de divulgação: https://www.camara.leg.br/noticias/696801-comissao-externa-analisa-situacao-das-queimadas-no-pantanal/

Dra. Ângela Lúcia Bagnatori Sartori, sobre o Herbário CGMS. Matéria intitulada Herbário com mais de 70000 espécimes é referência para pesquisa e conservação de biodiversidade. Veículo de divulgação http://acervo.maven.com.br//pub/revistabioparana/index.jsp?edicao=12138&code=1602608635988#page/33.

Dra. Ângela Lúcia Bagnatori Sartori, Dra. Vali Joana Pott e Liliane Prado de Oliveira (mestrando do PPGBV) sobre o Herbário CGMS, matéria intitulada Museu de Planta com 71 mil exemplares de MS é fonte de pesquisa nacional e internacional. Veículo de divulgação: https://www.acritica.net/editorias/geral/museu-de-planta-com-71-mil-exemplares-de-ms-e-fon-1803/434835

Dra. Ângela Lúcia Bagnatori Sartori, Dra. Vali Joana Pott e Giovani Carlos Andrella (mestrando do PPGBV), sobre o Herbário CGMS. Veículo de divulgação: https://www.youtube.com/watch?v=LQPlcwWditk

Dra. Ângela Lúcia Bagnatori Sartori, sobre Perda de diversidade genética alerta para a necessidade de preservação do Chaco brasileiro. Veículo de divulgação https://www.ufms.br/perda-de-diversidade-genetica-alerta-para-a-necessidade-de-preservacao-do-chaco-brasileiro/

Dra. Ângela Lúcia Bagnatori Sartori, sobre Brasil corre risco de perder um bioma inteiro, sem nem ao menos saber que ele existe. Veículo de divulgação https://www.oeco.org.br/reportagens/brasil-corre-risco-de-perder-um-bioma-inteiro-sem-nem-ao-menos-saber-que-ele-existe

Dra. Ângela Lúcia Bagnatori Sartori, sobre A floresta esquecida. Um ecossistema pouco conhecido pelos brasileiros, o Chaco, comumente associado aos vizinhos sul-americanos, está ameaçado de devastação. Leia mais em: https://veja.abril.com.br/revista-veja/a-floresta-esquecida

Dr. Geraldo Alves Damasceno-Júnior, sobre “O drama das araras-azuis e outros animais sob risco de extinção e acuados pelo fogo no Pantanal” trazendo informações sobre as pesquisas que que evidenciam que os incêndios nas áreas com maiores inundações podem diminuir o número de espécies de árvores e arbustos que ocupam as partes baixas. Veículo de divulgação:  https://www.bbc.com/portuguese/brasil-50311305

Dr. Geraldo Alves Damasceno-Júnior, explanando sobre os aspectos relacionados à origem das queimadas no Pantanal. Veículo de divulgação: https://ciencianarua.net/setembro-foi-o-mes-com-mais-incendios-ja-registrados-no-pantanal/

Dr. Rafael Soares de Arruda, fala sobre identificação de plantas por computadores. https://www.ufmt.br/noticias/computadores-sao-usados-no-reconhecimento-de-vegetais-1609338386#top_page

Dr. Geraldo Alves Damasceno-Júnior, informando sobre as áreas que alagam no Pantanal que é a mesma que incendeia, e sobre a resiliência da vegetação do Pantanal. Veículo de divulgação: https://www.camara.leg.br/radio/programas/697554-pesquisadores-cobram-mais-pesquisas-para-evitar-incendios-no-pantanal/

Dr. Geraldo Alves Damasceno-Júnior, fala sobre os motivos dos incêndios no Pantanal. Veículo de divulgação: https://jornal140.com/2020/10/06/quais-os-motivos-dos-incendios-no-pantanal/

Dr. Geraldo Alves Damasceno-Júnior, reunião técnica sobre as “Queimadas no Pantanal: estudos, situação e prognósticos” conduzida pela Comissão Externa das queimadas nos Biomas brasileiros, da Câmara dos Deputados. Veículo de divulgação:

https://www.youtube.com/watch?v=kpzIioAJJQU

Dr. Geraldo Alves Damasceno-Júnior, nesta reportagem tratou da recuperação da vegetação, que pode ocorrer muito rapidamente, mas que não impede o drama das araras-azuis e outros animais sob risco de extinção e acuados pelo fogo no Pantanal, devido a escassez de frutos que podem faltar por um tempo na região.  Veículo de divulgação: https://www4.trt23.jus.br/portal/trtnoticias/conteudo/20873

Dr. Geraldo Alves Damasceno-Júnior, fala sobre os impactos do recorde de queimadas no Pantanal e a capacidade de regeneração das plantas. Veículo de divulgação: https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/2020/09/29/entenda-os-impactos-do-recorde-de-queimadas-no-pantanal-nos-animais-da-regiao

Dr. Geraldo Alves Damasceno-Júnior, esclarecendo sobre “Queimadas no Pantanal: 5 respostas para as perguntas mais comuns”, onde pode esclarecer o Pantanal é um corredor por onde espécies amazônicas também estão presentes e que as chuvas que causam as inundações pantaneiras são formadas a partir da umidade da Amazônia. Veículo de divulgação: https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/2020/09/11/queimadas-no-pantanal-5-respostas-para-as-perguntas-mais-comuns

 

POPULARIZAÇÃO E DIVULGAÇÃO DA CIÊNCIA – Internacional

 

Dr. Geraldo Alves Damasceno-Júnior, contribuindo com a reportagem “ Pantanal wildfires continue to rage out of control” de Renato Alves, tratando sobre os incêndios no Pantanal. Veículo de divulgação: https://brazilian.report/environment/2020/09/15/pantanal-wildfires-in-brazil-continue-to-rage-out-of-control/

Dr. Geraldo Alves Damasceno-Júnior, para o Financial Times, abordando sobre “Devastated South American wetlands expose battle over the ‘firefighter cow” contribuindo com informações técnicas para a reportagem. Veículo de Divulgação: https://www.ft.com/content/64e98959-3361-4125-9028-32ec94a7d80a

Dr. Geraldo Alves Damasceno-Júnior, contribuiu com a reportagem “The World’s Largest Tropical Wetland Is on Fire”, abordando que as áreas inundadas sazonalmente secaram mais cedo do que o esperado no ano de 2020, o que favoreceu o alto índice de queimadas no Pantanal. Veículo de Divulgação: https://www.vice.com/en/article/xg85m7/the-worlds-largest-tropical-wetland-is-on-fire

Dra. Leticia Couto Garcia Ribeiro contribuiu para reportagem “What Wildfires In Brazil, Siberia, And The Us West Have In Common”. Veículo de Divulgação:  https://www.vox.com/21441711/2020-california-wildfires-brazil-amazon-pantanal-siberia-climate-change

Dra. Leticia Couto Garcia Ribeiro contribuiu para reportagem da revista Nature “What It’ S Really Like To Do Science Amid Covid-19”. Veículo de Divulgação:  https://www.nature.com/articles/d41586-020-02815-2

Dra. Leticia Couto Garcia Ribeiro contribuiu para reportagem da revista do Greenpeace. “Fires In Brazil’s Pantanal Wetland And Amazon Rainforest Worst in a Decade”. Veículo de Divulgação: https://unearthed.greenpeace.org/2020/09/04/fires-brazil-pantanal-wetland-amazon-rainforest/